O simples bem feito é profissional

LUMIX realiza imersão criativa na Casa Kaeru, em São Paulo

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No dia 29 de julho, a Panasonic | LUMIX realizou a primeira edição do workshop “O Simples Bem Feito é Profissional”, uma imersão dedicada a profissionais, creators e entusiastas do audiovisual que buscam unir conhecimento técnico e prática criativa. A proposta foi criar uma experiência em que teoria, experimentação e networking se encontrassem no mesmo espaço. Os participantes exploraram diferentes linguagens de fotografia e vídeo, testaram equipamentos em situações reais de produção e desenvolveram conteúdos em um ambiente pensado para estimular o olhar.

O cenário escolhido para essa primeira edição foi a Casa Kaeru, em São Paulo, projeto do arquiteto Ruy Ohtake, cuja arquitetura minimalista e brutalista serviu como cenário para as atividades do workshop. Com luz natural abundante, texturas, linhas arquitetônicas marcantes e diferentes atmosferas, o espaço se tornou parte da narrativa visual da imersão. Cada ambiente ofereceu novos desafios de enquadramento, composição e movimento, transformando a arquitetura em matéria-prima para os exercícios práticos.

A proposta do encontro nasceu de uma inquietação comum entre quem produz conteúdo: a sensação de que produzir com qualidade exige equipamentos inacessíveis ou conhecimentos técnicos complexos. Para Daniel Cajal, embaixador LUMIX LATAM e um dos responsáveis pela condução das atividades, o conceito do workshop surgiu justamente para desmistificar essa ideia.

"O tema surgiu de algo que todos temos em comum: a insegurança na hora de produzir e publicar nossos conteúdos, achando que a qualidade que vemos nas redes sociais é inalcançável ou que é preciso dominar teorias complicadas para fazer. ‘O Simples Bem Feito é Profissional’ é uma imersão que traz possibilidades, network e conhecimento de uma maneira leve e descomplicada.”

Essa abordagem esteve presente em toda a programação: aprender fazendo, experimentar sem excesso de complexidade e compreender como escolhas simples, quando bem executadas, podem elevar a qualidade de uma produção.

Nesse contexto, a LUMIX S9 assumiu o protagonismo das atividades práticas e se tornou o principal elo entre a proposta do workshop e a criação de conteúdo. Equipada com sensor Full Frame, design compacto e recursos voltados para creators, a câmera demonstrou na prática como é possível
unir qualidade cinematográfica, mobilidade e um fluxo ágil de trabalho. Entre os destaques, a versatilidade para diferentes estilos de produção — de retratos e arquitetura a vídeos para redes sociais — e a facilidade de transferir arquivos para o smartphone sem abrir mão da qualidade de imagem.

Para Daniel Cajal, a S9 representa mais do que um equipamento técnico. "A câmera vai além de uma ferramenta. Ela é uma extensão de quem a usa. Atualmente, a S9 é a câmera de entrada Full Frame mais poderosa e acessível do mercado. A versatilidade e o fato de transferir arquivos com qualidade cinematográfica para o celular fazem com que seja a câmera perfeita para criadores que buscam uma estética diferenciada para seus conteúdos.”

A experiência também contou com a participação da creator Alba Reis, que destacou o caráter prático e pouco convencional da imersão: “As pessoas deveriam vir neste workshop porque ele foge do habitual. A gente gosta de levar a prática, trazer referências diferentes.” Esse espírito de experimentação foi um dos diferenciais da primeira edição: menos foco em fórmulas prontas e mais espaço para desenvolver repertório, confiança e linguagem própria. Segundo Daniel Cajal, esse é justamente o principal objetivo do projeto.


"O workshop foi desenvolvido para ser um divisor de águas na vida de quem participa. A única coisa que o participante precisa é o sorriso no rosto. Não tenho dúvidas de que vai voltar com muitas histórias, confiança e motivação para se expressar através do audiovisual de uma maneira simples, bem feita e profissional.”

A iniciativa reforça um propósito que acompanha a LUMIX em cada encontro: mostrar que a qualidade profissional está menos ligada à complexidade e mais à capacidade de transformar boas ideias em narrativas bem construídas. Quando repertório e criatividade caminham juntos, o simples pode, de fato, ser extraordinário.​